segunda-feira, 15 de julho de 2013

HTML5 - Visão geral do HTML5

De acordo com o W3C a Web é baseada em 3 pilares:
  • Um esquema de nomes para localização de fontes de informação na Web, esse esquema chama-se URI.
  • Um Protocolo de acesso para acessar estas fontes, hoje o HTTP.
  • Uma linguagem de Hypertexto, para a fácil navegação entre as fontes de informação: o HTML.
Vamos nos focar no terceiro pilar, o HTML.
 
Hypertexto
HTML é uma abreviação de Hypertext Markup Language - Linguagem de Marcação de Hypertexto. Resumindo em uma frase: o HTML é uma linguagem para publicação de conteúdo (texto, imagem, vídeo, áudio e etc) na Web.
 
O HTML é baseado no conceito de Hipertexto. Hipertexto são conjuntos de elementos – ou nós – ligados por conexões. Estes elementos podem ser palavras, imagens, vídeos, áudio, documentos etc. Estes elementos conectados formam uma grande rede de informação. Eles não estão conectados linearmente como se fossem textos de um livro, onde um assunto é ligado ao outro seguidamente. A conexão feita em um hipertexto é algo imprevisto que permite a comunicação de dados, organizando conhecimentos e guardando informações relacionadas.
 
Para distribuir informação de uma maneira global, é necessário haver uma linguagem que seja entendida universalmente por diversos meios de acesso. O HTML se propõe a ser esta linguagem.
 
Desenvolvido originalmente por Tim Berners-Lee o HTML ganhou popularidade quando o Mosaic - browser desenvolvido por Marc Andreessen na década de 1990 - ganhou força. A partir daí, desenvolvedores e fabricantes de browsers utilizaram o HTML como base, compartilhando as mesmas convenções.
 
O começo e a interoperabilidade
Entre 1993 e 1995, o HTML ganhou as versões HTML+, HTML2.0 e HTML3.0, onde foram propostas diversas mudanças para enriquecer as possibilidades da linguagem. Contudo, até aqui o HTML ainda não era tratado como um padrão. Apenas em 1997, o grupo de trabalho do W3C responsável por manter o padrão do código, trabalhou na versão 3.2 da linguagem, fazendo com que ela fosse tratada como prática comum. Você pode ver:
Desde o começo o HTML foi criado para ser uma linguagem independente de plataformas, browsers e outros meios de acesso. Interoperabilidade significa menos custo. Você cria apenas um código HTML e este código pode ser lido por diversos meios, ao invés de versões diferentes para diversos dispositivos. Dessa forma, evitou-se que a Web fosse desenvolvida em uma base proprietária, com formatos incompatíveis e limitada.
 
Por isso o HTML foi desenvolvido para que essa barreira fosse ultrapassada, fazendo com que a informação publicada por meio deste código fosse acessível por dispositivos e outros meios com características diferentes, não importando o tamanho da tela, resolução, variação de cor. Dispositivos próprios para deficientes visuais e auditivos ou dispositivos móveis e portáteis. O HTML deve ser entendido universalmente, dando a possibilidade para a reutilização dessa informação de acordo com as limitações de cada meio de acesso.
 
WHAT Working Group
Enquanto o W3C focava suas atenções para a criação da segunda versão do XHTML, um grupo chamado Web Hypertext Application Technology Working Group ou WHATWG trabalhava em uma versão do HTML que trazia mais flexibilidade para a produção de websites e sistemas baseados na web.
 
O WHATWG (http://www.whatwg.org/) foi fundado por desenvolvedores de empresas como Mozilla, Apple e Opera em 2004. Eles não estavam felizes com o caminho que a Web tomava e nem com o rumo dado ao XHTML. Por isso, estas organizações se juntaram para escrever o que seria chamado hoje de HTML5.
 
Entre outros assuntos que o WHATWG se focava era Web Forms 2.0 que foi incluído no HTML5 e o Web Controls 1.0 que foi abandonado por enquanto.
 
A participação no grupo é livre e você pode se inscrever na lista de email para contribuir.
Por volta de 2006, o trabalho do WHATWG passou ser conhecido pelo mundo e principalmente pelo W3C - que até então trabalhavam separadamente - que reconheceu todo o trabalho do grupo. Em Outubro de 2006, Tim Berners-Lee anunciou que trabalharia juntamente com o WHATWG na produção do HTML5 em detrimento do XHTML 2. Contudo o XHTML continuaria sendo mantido paralelamente de acordo comas mudanças causadas no HTML. O grupo que estava cuidando especificamente do XHTML 2 foi descontinuado em 2009.
 
O HTML5 e suas mudanças
Quando o HTML4 foi lançado, o W3C alertou os desenvolvedores sobre algumas boas práticas que deveriam ser seguidas ao produzir códigos client-side. Desde este tempo, assuntos como a separação da estrutura do código com a formatação e princípios de acessibilidade foram trazidos para discussões e à atenção dos fabricantes e desenvolvedores.
 
Contudo, o HTML4 ainda não trazia diferencial real para a semântica do código. o HTML4 também não facilitava a manipulação dos elementos via Javascript ou CSS. Se você quisesse criar um sistema com a possibilidade de Drag'n Drop de elementos, era necessário criar um grande script, com bugs e que muitas vezes não funcionavam de acordo em todos os browsers.
 
O que é o HTML5?
O HTML5 é a nova versão do HTML4. Enquanto o WHATWG define as regras de marcação que usaremos no HTML5 e no XHTML, eles também definem APIs que formarão a base da arquitetura web. Essas APIs são conhecidas como DOM Level 0.
Um dos principais objetivos do HTML5 é facilitar a manipulação do elemento possibilitando o desenvolvedor a modificar as características dos objetos de forma não intrusiva e de maneira que seja transparente para o usuário final.
 
Ao contrário das versões anteriores, o HTML5 fornece ferramentas para a CSS e o Javascript fazerem seu trabalho da melhor maneira possível. O HTML5 permite por meio de suas APIs a manipulação das características destes elementos, de forma que o website ou a aplicação continue leve e funcional.
 
O HTML5 também cria novas tags e modifica a função de outras. As versões antigas do HTML não continham um padrão universal para a criação de seções comuns e específicas como rodapé, cabeçalho, sidebar, menus e etc. Não havia um padrão de nomenclatura de IDs, Classes ou tags. Não havia um método de capturar de maneira automática as informações localizadas nos rodapés dos websites.
 
Há outros elementos e atributos que sua função e significado foram modificados e que agora podem ser reutilizados de forma mais eficaz. Por exemplo, elementos como B ou I que foram descontinuados em versões anteriores do HTML agora assumem funções diferentes e entregam mais significado para os usuários.
O HTML5 modifica a forma de como escrevemos código e organizamos a informação na página. Seria mais semântica com menos código. Seria mais interatividade sem a necessidade de instalação de plugins e perda de performance. É a criação de código interoperável, pronto para futuros dispositivos e que facilita a reutilização da informação de diversas formas.
 
O WHATWG tem mantido o foco para manter a retrocompatibilidade. Nenhum site deverá ter de ser refeito totalmente para se adequar aos novos conceitos e regras. O HTML5 está sendo criado para que seja compatível com os browsers recentes, possibilitando a utilização das novas características imediatamente.

fonte: www.microsoftvirtualacademy.com

segunda-feira, 25 de junho de 2012

PHOTOSHOP

VAMOS TRADUZIR NOSSO PHOTOSHOP CS3?: Hoje irei mostrar como fazer a tradução do photoshop CS3 do inglês para o português, não que isso seja um problema para usuários mais experi...

Software - JavaScript


JavaScript fica ainda mais rápido no Internet Explorer 10


O Internet Explorer não é um navegador tão querido pelos desenvolvedores web. A Microsoft está tentando mudar essa história e trabalhou em inúmeras otimizações, inclusive na velocidade de renderização das páginas: a versão 10 ganhou um motor JavaScript ainda mais rápido.

A nona versão do Internet Explorer já não é mais tão problemática quanto as anteriores. No blog de desenvolvedores do Internet Explorer, a Microsoft explicou as várias mudanças que realizou no motor Chakra, responsável por processar códigos em JavaScript. As otimizações são essenciais porque, além de o motor Chakra processar páginas da web, ele é responsável por processar os elementos gráficos dos aplicativos Metro.
Internet Explorer 10 roda bem mesmo aplicativos mais pesados. Pelo menos é o que a Microsoft diz.

O objetivo foi deixar o navegador mais rápido em sites mais modernos (coisa que a concorrência já faz). Enquanto há uma década eram muito comuns páginas simples, sem muitos recursos, hoje temos várias aplicações que fazem uso intenso de AJAX e HTML5. Angry Birds e Cut The Rope, por exemplo, rodam direto do navegador e se beneficiam de aceleração por hardware para exibir animações fluidas sem depender de plugins de terceiros.

Existem duas características principais no Chakra. A primeira é tentar “adiar” tarefas de renderização de páginas. Assim, é possível processar o resto da página quando o computador do usuário estiver menos ocupado, melhorando a responsividade do navegador e evitando travamentos indesejados. A segunda é aproveitar ao máximo o hardware do usuário, utilizando todos os núcleos do processador e instruções específicas. No exemplo, eles citam as extensões SSE2, que foram introduzidas no Pentium 4 em 2000. Se determinadas instruções não estiverem disponíveis, o trabalho é feito via software, mas de maneira mais lenta.
Funcionamento do motor Chakra
A Microsoft também fez melhorias no garbage collector (ou coletor de lixo), responsável por limpar periodicamente elementos da página que não estão sendo mais utilizados, reduzindo o consumo de memória RAM. Isso é necessário porque os programas em JavaScript não removem explicitamente os elementos antigos. Se o garbage collector não existisse, os navegadores consumiriam ainda mais memória. E se o garbage collector for lento demais, você perceberá vários engasgos nas animações das páginas.

O Tecnoblog fez alguns testes com o benchmark SunSpider 0.9.1, que executa vários códigos JavaScript no navegador, e os resultados foram bem satisfatórios. Em uma máquina com Windows 8 Release Preview e processador Intel Core i3-390M, o Chrome 21 demorou 251,7 ms para processar tudo. O Firefox 15 fez o trabalho em 258,8 ms e o Internet Explorer 10 foi o melhor, com apenas 192,4 ms (desktop) e 205,7 ms (Metro).
Por Paulo Higa

quinta-feira, 3 de maio de 2012

DUVIDAS PARA UTILIZAR O PHP?

O que você precisa?
Se o seu servidor suporta PHP você não precisa fazer nada.

Basta criar alguns arquivos. Php no seu diretório web eo servidor irá analisá-los para você. Porque é livre, a maioria dos hospedeiros web oferecem suporte PHP.

No entanto, se o servidor não suporta PHP, você deve instalar o PHP.

Aqui está um link para um tutorial bom do PHP.net sobre como instalar o PHP5: http://www.php.net/manual/en/install.php

download PHPBaixar PHP gratuitamente aqui: http://www.php.net/downloads.php

Baixar Banco de Dados MySQLBaixar MySQL gratuitamente aqui: http://www.mysql.com/downloads/

Baixar Apache ServerBaixar Apache gratuitamente aqui: http://httpd.apache.org/download.cgi

terça-feira, 7 de junho de 2011

CURSO PHP: Instalar Apache+PHP+MySQL no Windows 7/Vista/XP


Instalação do Apache+PHP+MySQL no Windows
O Apache é o servidor mais popular da web, foi criado em Abril de 1996 com o intuito de ser um servidor HTTP gratuito para sistemas UNIX e Windows. O objetivo do projeto é de fornecer um servidor seguro, eficiente e extensível que forneça serviços de HTTP em sincronia com os padrões HTTP.
O intuito desse post é de tonar você capacitado a instalar o Apache, o PHP, o MySQL, e o phpMyAdmin no Windows 7, Vista ou XP sem a utilização desses sistemas prontos, como o WampServer, XAMPP, PHP Triad. A vantagem de instalar tudo separado é que você não fica sujeito as configurações que os programas já impõem, ou muitas vezes podem até não funcionar corretamente como deveriam.

Pré-requisitos


  • Apache HTTP Server (2.2.14) – Download Apache
  • PHP 5.3.1 – Download PHP 5
  • MySQL 5.1.43 Download MySQL 5
  • phpMyAdmin 3.2.5 Download phpMyAdmin

Passo 1: Instalação do Apache 2.2

Eu resolvi instalar o Apache em uma pasta chamada Webserver, mas você pode instalá-lo onde quiser, se quiser seguir a minha lógica basta criar uma pasta chamada Webserver na raiz do seu HD, ficando da seguinte forma: C:\Webserver. Após incie o instalador do Apache, a primeira tela de instalação é semelhante a essa:
Instalação do Apache no Windows
Basta seguir os passos, e você irá chegar a seguinte tela de configuração. Aqui é onde iremos efetuar algumas configurações do servidor, basta preencher o primeiro campo com o valor localdomain, o segundo campo com localhost e o terceiro um e-mail que desejar. É recomendável que você deixe o Apache rodando na porta 80, não que isso seja obrigatório, você pode alterar caso queira. Basta após clicar em Next:
Instalação do Apache no Windows
Chegamos no passo onde iremos escolher o tipo de instalação, eu selecionei Custom pois quero personalizar a pasta de instalação do Apache:
Instalação do Apache no Windows
Por padrão, o Apache será instalado na pasta Arquivos de Programas > Apache Software Foundation > Apache 2.2, mas vou instalá-lo dentro da minha pasta Webserver, ficando da seguinte forma:
Instalação do Apache no Windows
Basta agora clicar em Install e a instalação será iniciada:
Instalação do Apache no Windows
Após o término da instalação, você verá que apareceu na sua System Tray (aqueles ícones que ficam ao lado do relógio do Windows) um novo ícone, o Apache Monitor:
Apache Monitor
Através dele temos acesso ao status do Apache, onde podemos obter informações se ele está rodando, podemos também parar o sevidor, reiniciá-lo e iniciá-lo. Basta clicar com o botão direito no ícone e escolher Open Apache Monitor:
Apache Monitor
Já que o Apache está rodando corretamente, vamos testá-lo na prática, abra o seu browser e digite o seguinte na barra de endereços: http://localhost/. Você verá uma mensagem semelhante a abaixo:
Apache rodando corretamente
As versões mais antigas do Apache exibiam outras informações, mas a 2.2.XX mostra só isso. As páginas ficam por padrão dentro da pasta “htdocs”, no diretório onde o Apache foi instalado. No meu caso ela fica na seguinte pasta: C:\Webserver\Apache2.2\htdocs. Caso você queira agora pode substituir o arquivo “index.html” pelo arquivo do seu site e também pode adicionar alí pastas e subpastas representando outros diretórios de seu site. Por exemplo, se existir uma pasta chamada wordpress dentro do diretório htdocs: C:\Webserver\Apache2.2\htdocs\wordpress, ela deve ser acessada dessa forma: http://localhost/wordpress/.
Se você ao acessar localhost em seu browser e ele ficar buscando o servidor, abrir uma página de busca, ou até mesmo retornar Servidor não encontrado, atente-se se o Apache está rodando corretamente e o mesmo foi iniciado. Se você efetuou esses passos e mesmo assim ele não está funcionando, instale-o novamente seguindo os passos acima que o problema pode ser resolvido.
Até agora nosso servidor lê somente HTML puro. Porém, é diferente a forma de acesso do endereço “http://localhost/index.html” de “C:\Webserver\Apache2.2\htdocs\index.html”. No primeiro caso, o navegador solicita a página ao servidor “localhost” (que é o seu computador), recebe a página do servidor, armazena a mesma no cache, e só depois então a exibe. Ele trata como se fosse um site que estivesse realmente hospedado em algum servidor da Internet. Como o servidor do site está no seu próprio PC, trata-se então de uma Intranet. No segundo caso, você está acessando o arquivo diretamente do seu HD. O navegador pode até armazenar algum dado no cache, mas não há nenhuma comunicação com qualquer servidor. Ele lê o arquivo como qualquer programa leria qualquer arquivo.

Configurações extras para o Apache

Após a instalação do Apache, vamos efetuar algumas configurações adicionais simples, para isso, vamos alterar o arquivo httpd.conf que está localizado dentro da pasta conf no diretório de instalação do Apache. Cuidado ao editar esse arquivo, pois qualquer erro e seu servidor pode parar de funcionar. Para habilitar o uso de URL’s amigáveis no servidor, você deve habilitar o módulo de mod_rewrite, bastando localizar a linha:
1.#LoadModule rewrite_module modules/mod_rewrite.so
E substituir a mesma por:
1.LoadModule rewrite_module modules/mod_rewrite.so
Vamos definir agora também quais arquivos o Apache irá servir quando um diretório for requisitado. Procure a seguinte linha:
1.DirectoryIndex index.html
E substituir a mesma por:
1.DirectoryIndex index.html index.php

Passo 2: Instalação e Configuração do PHP 5.3.1

A partir de agora vamos proporcionar mais interatividade ao nosso servidor com a instalação do PHP, a versão que vamos utilizar aqui é a 5.3.1. O PHP é um módulo para o Apache. Ao processar uma página PHP, o Apache envia a página ao módulo PHP, que a processa e devolve o resultado ao Apache, que por sua vez, envia ao browser que fez a solicitação. Para isso, a instalação do PHP consiste basicamente em colocar os arquivos numa pasta, e configurar o Apache para que “enxergue” os módulos PHP e chame-os sempre que encontrar um arquivo .php.
As telas de instalação poderão ser diferentes em outras versões, mas as idéias serão basicamente as mesmas:
Instalação do PHP
Basta agora você ir seguindo os passos até chegar a tela onde você escolherá a pasta de instalação do PHP. Como já fiz anteriormente com o Apache, também vou personalizar a pasta do instalação do PHP, que será a seguinte: C:\Webserver\PHP5:
Instalação do PHP
Nesse passo, ele irá pedir o tipo de servidor você está utilizando, basta escolher o Apache 2.2.XX:
Instalação do PHP
Nesse próximo passo, ele irá solicitar o local dos arquivos de configuração do Apache. Localize a pasta “conf”, dentro da pasta onde foi instalado o Apache, senão a configuração não será automatizada e você terá que efetuar a mesma manualmente:
Instalação do PHP
O próximo passo é onde você escolhe quais extensões quer instalar junto com o PHP, escolha as que julgar necessário ou simplesmente deixe como está:
Instalação do PHP
Ao final do processo, caso esteja tudo OK, basta agora clicar no botão install:
Instalação do PHP
Se tudo ocorreu bem até aí, nenhuma mensagem de erro será exibida. Basta agora você reiniciar o Apache e as páginas .php serão processadas e entregues corretamente ao browser. Ainda não foi configurado um servidor de banco de dados, então apenas os recursos diretos do PHP funcionarão (e os dos outros módulos pré-instalados do Apache). Um ótimo meio de testar o PHP e ver diversas informações do servidor é criar uma página PHP, com o seguinte conteúdo:
1.< ?php phpinfo(); ?>
Testando o servidor Apache com PHP
Salve a mesma dentro da pasta htdocs com o nome info.php e então acesse a página pela seguinte URL: http://localhost/info.php.
Você terá acesso agora a uma página com todas as informações do PHP e os componentes instalados:
Página com Informações de Instalação do PHP

Configuração do PHP

A configuração do PHP envolve a edição do arquivo php.ini, na pasta onde o PHP for instalado, portanto, mãos a obra. Uma configuração útil é a ativar o uso de delimitadores < ? ... ?>, muito usados por serem mais simples. No arquivo php.ini, localize a linha que começa com short_open_tag e troque seu valor Off para On (Fique atento as letras maiúsculas e minúsculas). Ela deve ficar dessa forma:
1.short_open_tag = On
Caso você deixe Off, scripts PHP que iniciem com
Permitir estilo ASP
1.asp_tags = On
Ative este item apenas se você gostar de usar as tags no estilo ASP, como em , caso contrário, pode deixar desativado.
Habilitar a exibição de erros
1.display_errors = On
Por questões de segurança esse item vem com valor Off. Sua função é a de imprimir erros de sintaxe ou funcionamento do PHP na página. Por questões de segurança, é bom deixá-lo em Off, pois entre as mensagens de erros muitas vezes vêm nomes de arquivos, caminhos locais, e até a senha do banco de dados, se tiver algum erro de sintaxe justamente na declaração da mesma. Mas em contrapartida, para aprender PHP, é recomedável deixá-lo em On.

Passo 3: Instalação e Configuração do MySQL 5.1

O MySQL é um famoso gerenciador de Banco de Dados. Nesse tutorial iremos utilizar a versão 5.1.43 essential. Existe um outro pacote maior que vem com algumas coisas a mais, como documentação, mas para nosso tutorial resolvi optar pela versão mais leve.
A interface de instalação é semelhante a do Apache e a do PHP, não existe muito segredo, basta ir seguindo os passos que serão mostrados abaixo. Ao executar o instalador, você terá acesso a uma tela semelhante a essa:
Instalação do MySQL
O próximo passo é onde iremos selecionar o tipo de instalação: Típica, Completa ou Customizada. Eu optei pela instalação customizada pois quero personalizar a pasta de instalação do MySQL:
Instalação do MySQL
Localização da pasta de instalação do MySQL:
Instalação do MySQL
Estando tudo Ok, basta clicar em Install:
Instalação do MySQL
Após o final da instalação, vamos efetuar as configurações do MySQL, basta seguir os passos que serão mostrados aqui:
Instalação do MySQL
A seguir escolha configuração detalhada:
Instalação do MySQL
Escolha Developer Machine:
Instalação do MySQL
Escolha Multifunctional Database:
Instalação do MySQL
No passo ao que se refere a instalação do InnoDB, deixe como o caminho Installation Patch:
Instalação do MySQL
Deixe selecionado Decision Support (DSS)/OLAP:
Instalação do MySQL
Nesse passo, não se esqueça de deixar selecionado a caixa “Adicionar excessão ao Firewall”:
Instalação do MySQL
Selecione Best Support for Multilingualism:
Instalação do MySQL
A próxima opção é de incluir o caminho do MySQL na variável de ambiente “Path” do Windows. Deixe-a selecionada pois assim você pode chamar os executáveis do MySQL a partir de qualquer prompt, em qualquer pasta:
Instalação do MySQL
No próximo passo deve-se definir a senha de root, ele é o administrador do MySQL. Caso você já programe em PHP já sabe que para acessar um banco de dados é necessário fornecer um nome de usuário e senha válidos para aquele banco. Você poderá usar o “root” e a senha definida aqui, ou outra conta. Mas tenha em mente que para criar outras contas você precisará do root, e para alterar as configurações ou criar novos bancos de dados, também. Por isso é importante ter essa senha guardada em um local seguro:
Instalação do MySQL
No próximo passo basta você clicar em execute para que o MySQL dê início ao processo de configuração:
Instalação do MySQL
Caso tudo tenha corrido OK, você verá uma tela como essa, caso tenha algum problema, efetue as configurações novamente:
Instalação do MySQL
Caso queira checar se o serviço do MySQL está rodando corretamente no Windows, basta fazer o seguinte. Abra um prompt de comando, e digite: mysql -u root – p, ele irá pedir a senha de root que você havia configurado anteriormente, basta então digitar a mesma:
Checagem do MySQL
Após digite status e pronto, você terá informações sobre o MySQL:
Checagem do MySQL

Problemas de conexão dos scripts PHP com o MySQL

Alguns usuários de Windows 7, inclusive eu, andaram passando por problemas de conexão dos scripts PHP com o banco de dados. Se por um acaso você verificar que o serviço de MySQL está rodando corretamente, seu script PHP também está OK e mesmo assim ele não consegue conectar no banco de dados, aqui vai a solução. Verifique o arquivo hosts do Windows, ele fica localizado em: C:\Windows\System32\drivers\etc, abra o aquivo hosts e descomente a linha que contém o seguinte conteúdo:
1.127.0.0.1 localhost
Bastando somente você remover o sinal de #. Observe na screenshot abaixo como ele deve ficar:
Edição da tabela hosts do Windows
Esse problema ocorre devido ao conector nativo do PHP. A partir da versão php5.3 é utilizado o cliente mysql nativo mysqlnd, não se usa mais o libmysql.dll. Esse novo conector não reconhece named pipe, por isso, deve-se especificar no arquivo hosts do Windows.

Passo 4: Instalação do PhpMyAdmin

Após efetuar o download do PhpMyAdmin, descompacte o mesmo e renomeie a pasta para phpmyadmin. Após, coloque a pasta dentro do diretório htdocs da pasta de instalação do Apache. Para acessar agora o PhpMyAdmin basta você digitar o seguinte: http://localhost/phpmyadmin/, entre com o usuário root e senha que você configurou para o mesmo na instalação do MySQL e pronto, você já tem acesso ao PhpMyAdmin.
Se você quiser pular esse passo de toda vez ao acessar o PhpMyAdmin ter de se logar, basta fazer o seguinte. Na pasta do mesmo abra o arquivo config.sample.inc.php e o renomeie para config.inc.php. Agora basta substituir a linha $cfg['Servers'][$i]['auth_type'] = ‘cookie’; por:
1.$cfg['Servers'][$i]['user'] = 'root';
2.$cfg['Servers'][$i]['password'] = ' '; // Digite aqui a senha de root
3.$cfg['Servers'][$i]['auth_type'] = 'config';
Pronto, agora toda vez ao acessar o PhpMyAdmin ele irá pular a tela de autenticação pois o usuário e senha já estão cadastrados no arquivo de configuração.
fonte:http://www.pinceladasdaweb.com.br

domingo, 5 de junho de 2011

Curso de PHP Grátis

Olá alunos e amigos DigitalMax! Seja bem-vindo a nosso Blog e em especial a este curso de PHP grátis e online! Nosso propósito aqui é ensiná-lo os conceitos básicos desta linguagem de forma que você possa vir a desenvolver sistemas em php (ou aplicações Web) tais com portais, sites, lojas virtual e outras.
O PHP é hoje a linguagem de programação Web mais popular em todo o mundo. Mais de 25 milhões de sites na Internet utilizam esta tecnologia, conforme dados do site oficial -
PHP.net. A popularidade do PHP não deve-se apenas ao fato de ser grátis mas também por ser uma linguagem extremamente flexível e eficiente. PHP pode ser utilizado tanto para criar aplicações simples para sites como controle de cores e fontes quanto para desenvolver sistemas complexos como um aplicativo de logística, controle de estoque, finanças e até mesmo um ERP completo.

Neste curso, você aprenderá como instalar o PHP e montar seu ambiente de trabalho, como manipular variáveis, estruturas de controle, trabalhar com banco de dados.

Histórico

A linguagem surgiu por volta de 1994, como um pacote de programas CGI criados por Rasmus Lerdof, com o nome Personal Home Page Tools, para substituir um conjunto de scripts Perl que ele usava no desenvolvimento de sua página pessoal. Em 1997 foi lançado o novo pacote da linguagem com o nome de PHP/FI, trazendo a ferramenta Forms Interpreter, um interpretador de comandos SQL.

Mais tarde, Zeev Suraski desenvolveu o analisador do PHP 3 que contava com o primeiro recurso de orientação a objetos, que dava poder de alcançar alguns pacotes, tinha herança e dava aos desenvolvedores somente a possibilidade de implementar propriedades e métodos.

Pouco depois, Zeev e Andi Gutmans, escreveram o PHP 4, abandonando por completo o PHP 3, dando mais poder à máquina da linguagem e maior número de recursos de orientação a objetos. O problema sério que apresentou o PHP 4 foi a criação de cópias de objetos, pois a linguagem ainda não trabalhava com apontadores ou handlers, como é a linguagem
Java.

O problema fora resolvido na versão atual do PHP, a versão 5, que já trabalha com handlers. Caso se copie um objeto, na verdade copiaremos um apontador, pois, caso haja alguma mudança na versão original do objeto, todas as outras também sofrem a alteração, o que não acontecia na PHP 4.

Trata-se de uma linguagem extremamente modularizada, o que a torna ideal para instalação e uso em servidores web. Diversos módulos são criados no repositório de extensões PECL (PHP Extension Community Library) e alguns destes módulos são introduzidos como padrão em novas versões da linguagem. É muito parecida, em tipos de dados, sintaxe e mesmo funções, com a linguagem
C e com a C++. Pode ser, dependendo da configuração do servidor, embarcada no código HTML. Existem versões do PHP disponíveis para os seguintes sistemas operacionais: Windows, Linux, FreeBSD, Mac OS, OS/2, AS/400, Novell Netware, RISC OS, IRIX e Solaris.

A Wikipédia funciona sobre um software inteiramente escrito em PHP, usando bases de dados
MySQL: o MediaWiki.

Construir uma página dinâmica baseada em bases de dados é simples com PHP, (em parte, vale lembrar), este provê suporte a um grande número de bases de dados: Oracle, Sybase,
PostgreSQL, InterBase, MySQL, SQLite, MSSQL, Firebird, etc., podendo abstrair o banco com a biblioteca ADOdb, entre outras.

PHP tem suporte aos protocolos: IMAP, SNMP, NNTP, POP3, HTTP, LDAP, XML-RPC, SOAP. É possível abrir sockets e interagir com outros protocolos. E as bibliotecas de terceiros expandem ainda mais estas funcionalidades.

Existem iniciativas para utilizar o PHP como linguagem de programação de sistemas fixos. A mais notável é a PHP-GTK. Trata-se de um conjunto do PHP com a biblioteca GTK, portada do
C++, fazendo assim softwares inter-operacionais entre Windows e Linux. Na prática, essa extensão tem sido muito pouco utilizada para projetos reais.

VANTAGENS DO PHP

O PHP é multiplataforma, podendo ser usado na maioria dos Sistemas Operacionais, OpenSource, e diferente de scripts como o JavaScript, ele roda no servidor, que alias é suportado pela maioria dos servidores WEB que existem hoje no mercado como o Apache, IIS, PWS, etc. O cliente recebe apenas os resultado dos scripts, que são interpretados no servidor, não tendo acesso ao código. Muito simples de se aprender e trabalhar, o PHP atende desde os mais experientes desenvolvedores quanto os iniciantes na área.

OK, com isso iniciamos com uma introdução nosso curso PHP que será postado todas as terças, quintas e sábados, acompanhe e aguarde em breve CURSO PHP na unidade DigitalMax Santos.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O QUE É O DREAMWEAVER?

O Macromedia Dreamweaver MX é um editor de HTML profissional para desenhar, codificar e desenvolver sites, páginas e aplicativos para a Web. Para aqueles que gostam do controle da codificação manual HTML ou para os que preferem trabalhar em um ambiente de edição visual, o Dreamweaver fornece ferramentas úteis para aprimorar a sua experiência de criação para Web.

Os recursos de edição visual no Dreamweaver permitem criar páginas, de modo rápido, sem escrever uma linha de código. Se você preferir inserir códigos manualmente, no entanto, o Dreamweaver também inclui diversas ferramentas e recursos relacionados à codificação. O Dreamweaver o ajudará a construir aplicativos para a Web dinâmicos com suporte de banco de dados utilizando linguagens de servidor como ASP, ASP.NET, ColdFusion ColdFusion Markup Language (CFML), JSP e PHP.

É possível personalizar o Dreamweaver de várias maneiras. O Dreamweaver impede que a configuração personalizada de um usuário afete a configuração personalizada de outro usuário. Para que isso ocorra, na primeira execução do Dreamweaver em um sistema operacional multiusuário que o reconheça, o aplicativo criará cópias de vários arquivos de configuração para você. Estes arquivos de configuração do usuário são armazenados em uma pasta.

Se você reinstalar ou atualizar o Dreamweaver após instalar o Dreamweaver MX, o Dreamweaver efetua automaticamente cópias backup dos arquivos de configuração do usuário existentes, de modo que se esses arquivos forem personalizados manualmente, você ainda terá acesso às modificações efetuadas. Para obter informações sobre a personalização dos arquivos de configuração manualmente, veja “Customizing Dreamweaver” no Centro de suporte da Macromedia